Um jornal norte-americano publicou recentemente uma breve história das cuecas e nos empolgamos tanto com o artigo que gostaríamos de destacar alguns pontos relevantes para agradecer que vivemos em 2009 e hoje não apenas um, mas vários tipo de roupa de baixo habitam o guarda-roupa masculino.

O primeiro registro do que se pode considerar uma cueca é de 7000 anos atrás, quando os homens pré-históricos usavam couro para proteger as partes enquanto caçavam.
A próxima grande inovação viria apenas na Idade Média, com a codpiece, uma espécie de saqueira, usada para arrematar shorts e meias usados nas roupas desse período. O Rei Henrique VIII ficou conhecido por colocar enchimentos na sua, mais por conta de um possível caso de sífilis, do que para pagar de bem dotado, dizem os historiadores.
Num momento seguinte algo semelhante a uma ceroula permaneceu em vigor por bastante tempo, até o começo do século XX, quando os calções dos lutadores de boxe influenciaram o vestir criando o que aqui chamamos de samba-canção, mas nos Estados Unidos é conhecido até hoje como boxers.
A cueca menorzinha e mais ajustada ao corpo apareceu já quase na década de 40, em função de trajes de banho usados na Riviera Francesa na época que contornavam a cava das pernas. Dali pra frente surgiu um misto da samba-canção com a slip, essa tipo sunga, que é o que no Brasil conhecemos como boxer. Segundo os moços, Calvin Klein e Armani fabricam os melhores exemplares nesse estilo.
E nós agradecemos aos estilistas que se preocupam em desenhar novos modelos da peça íntima para gostos diversos. Montamos uma listinha com as nossas favoritas:

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*Imagens: reprodução